Enciclopédia

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Âmbar: Substância que provém de certos vegetais,
	sobretudo de pinheiros extintos,
	de cor amarela e muito dura.

Ancestral: O que pertence aos antepassados,
	aos antecessores.

Aristóteles: "O melhor dos Estados
	não fará de um trabalhador manual
	um cidadão,
	pois a massa dos trabalhadores manuais
	é hoje escrava ou estrangeira."

Aristóteles: "O privilégio do homem livre
	não é a liberdade,
	mas a ociosidade,
	que tem por complemento
	o trabalho forçado dos outros,
	isto é,
	a escravatura." 

Basalto: Rocha de vulcão, muito dura e,
	geralmente escura.

Cidades-estados: Estado comunitário
	constituído por uma cidade
	e um pequeno território
	(em grego, pólis)
	politicamente independente
	e que adorava uma divindade protetora do local.

Democracia: Sistema no qual todos os cidadãos
	participavam da elaboração das leis,
	por meio de uma espécie de Assembléia.
	Mulheres, crianças, escravos e estrangeiros
	não eram considerados cidadãos,
	por isso não tinham direito
	à participação política.

Educação Espartana: Quando uma criança nascia,
	o pai não tinha o direito de criá-la:
	devia levá-la a um lugar
	chamado lesche.
	Lá assentavam-se os Anciãos da tribo.
	Eles examinavam o bebê.
	Se o achavam bem encorpado
	e robusto,
	eles o deixavam.
	Se era malnascido e defeituoso,
	jogavam-no [em um abismo].
	Julgavam que era melhor,
	para ele mesmo e para a cidade,
	não deixar viver um entente que,
	desde o nascimento,
	não estava destinado a ser forte e saudável (...).
		Ninguém tinha permissão
	para criar e educar 
	os filhos a seu gosto.
	Quando os meninos completavam sete anos,
	[eram arregimentados] em tropas,
	[submetidos] a um regulamento
	e a um regime comunitário
	para acostumá-los
	a brincar e trabalhar juntos. (...)
		Ensinavam a ler e escrever
	apenas o estritamente necessário.
	O resto da educação visava a acostumá-los à obediência,
	torná-los duros à adversidade
	e fazê-los vencer no combate.
	Do mesmo modo, 
	quando cresciam,
	eles recebiam um treinamento mais severo:
	raspavam a cabeça,
	andavam descalços,
	brincavam nus a maior parte do tempo.
	Tais eram seus hábitos.
	Quando completavam doze anos,
	não usavam mais camisa.
	Só recebiam um agasalho por ano.
		[O chefe que comanda] seus subordinados
	nos exercícios militares,
	no quartel,
	encarrega-os das tarefas domésticas,
	das refeições.
	Manda o mais forte trazerem lenha
	e os menores, legumes.
	Para tanto devem roubar.
	Uns penetram nos jardins, 
	outros nos alojamentos dos homens,
	e devem usar muita destreza
	e precaução:
	quem for apanhado,
	é chicoteado sob pretexto de que 
	não passa de um ladrão preguiçoso e inábil. (...)
		As crianças tomam tanto cuidado
	em não ser apanhadas quando roubam,
	que uma delas,
	conforme se conta,
	depois de roubar uma raposa
	que tinha enrolado no seu agasalho,
	se deixou arrancar o ventre pela fera
	que lhe cravou os dentes e as garras.
	Para não ser descoberta,
	resistiu até a morte.
		(Plutarco. A vida de licurgo. Citado em: 
			Jaime Pinsky. 100 textos de história
				antiga. São Paulo: Contexto,
					1998, p. 108-9.)

Evolução: Transformações sucessivas,
	desenvolvimento que ocorre progressivamente.

Monarquia: Forma de governo
	em que o rei governava sozinho
	ou com um conselho de nobres.
	O rei comandava o exército,
	era responsável pela justiça,
	além de exercer a função de suma sacerdote.
	Essa forma de governo prevalesceu
	durante o período Homérico,
	após a formação das cidades-estados.

Oligarquia: Governo de poucos,
	geralmente formado por donos de terras.

Oriente: Refere-se à região situada
	a leste da Europa.
	Engloba tanto os países situados na Ásia
	(Índia, China, Japão, Vietnã, etc.)
	como a região em volta do golfo Pérsico,
	conhecida como Oriente Médio.

Platão: "É próprio de um homem bem-nascido
	desprezar o trabalho."

Plutarco: Filósofo grego,
	nasceu em Queronea,
	na Beócia.
	Viveu entre 46 e 120. d.C.,
	e sua vida é pouco conhecida.
	Escreveu sobre literatura, história, política,
	ética e moral.
	Em Roma ensinou filosofia.
		Muitos foram os assuntos tratados por Plutarco.
	Em "A vida de Licrugo", ele escreveu sobre
	a organização social de Esparta.
	Os espartanos acreditavam
	que as leis de sua cidade 
	tinham sido criadas pelo lendário Licurgo,
	a partir de instruções recebidas do deus Apolo.
		Na prática, isso deu às leis espartanas
	um caráter divino e imutável,
	o que colaborou para uma pequena minoria
	manter sob controle parte da população de Esparta.
	Esse sistema fez dessa cidade
	um verdadeiro acampamento militar;
	e de cada cidadão
	um soldado sempre pronto para a guerra.
		Foi sobre essa Esparta que Plutarco escreveu.

Quartzo: Mineral bastante encontrado na crosta da Terra.

Sítio arqueológico: Local onde são encontrados
	vestígios de épocas passadas,
	como restos de construções,
	restos humanos,
	objetos, etc.,
	e que serve de estudo
	para arqueólogos e antropólogos.

Tirania: Governo de um único homem
	que assumia o poder pela força.
	Freqüentemente tinha o apoio 
	da população contra a aristocracia.

Vestígio: Sinal, objeto, resto de construção, etc.
	deixados pelos seres vivos do passado
	e que se conservaram
	sem perder suas características essenciais.



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BIBLIOGRAFIA:

ALMANAQUE ABRIL 1982. São Paulo: Abril, 1982. p. 663
ALMANAQUE ABRIL 1991. 17 ed. São Paulo: Abril. p. 272.
ATLAS geográfico escolar. Rio de Janeiro: IBGE. 2002. p.65
FERREIRA, José Roberto Martins. História: 6ª série/martins. Ed. reform.
   São Paulo: FTD, 1997. p. 60.
MAGEE, Bryan. História da filosofia. 3.ed. São Paulo: Loyola, 2001
NIETZSCHE. O anticristo: ensaio de crítica do cristianismo. Trad. 
   Antônio Carlos Braga. São Paulo: Escala. s/d. Coleção Grandes 
   Obras do pensamento Universal - 52.
PILETTI, Nelson; PILETTI, Claudino. História e vida integrada: os 
   conteúdos e história geral e história do Brasil integrados. 1 ed.
   v.1. São Paulo: Ática, 1999. p. 32; 121.
PILETTI, Nelson; PILETTI, Claudino. História e vida: Brasil: dos 
   primeiros habitantes à independência. 15.ed. v.1. São Paulo: 
   Ática, 2000.
PILETTI, Nelson; PILETTI, Claudino. História e vida: os conteúdos 
   de história geral e história do Brasil integrados. 1.ed. v.1. 
   São Paulo: Ática, 1999
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