A TEORIA BÁSICA DE JEAN PIAGET

Acesso em: 16:29 2/9/2005
Disponível em:
http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/per09.htm
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::: A TEORIA BÁSICA DE JEAN PIAGET :::
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::: José Luiz de Paiva Bello :::
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1. Desde muito cedo
1.1. Jean Piaget
1.2. demonstrou
1.3. sua capacidade
1.4. de observação.
 
2. Aos onze anos
2.1. percebeu
2.2. um melro albino
2.3. em uma praça
2.4. de sua cidade.
 
3. A observação
3.1. deste pássaro
3.2. gerou
3.3. seu primeiro trabalho
3.4. científico.
 
4. Formado em Biologia
4.1. interessou-se
4.2. por pesquisar
4.3. sobre
4.4. o desenvolvimento
4.5. do conhecimento
4.6. nos seres humanos.
 
5. As teorias
5.1. de Jean Piaget,
5.2. portanto,
5.3. tentam
5.4. nos explicar
5.5. como se desenvolve
5.6. a inteligência
5.7. nos seres
5.8. humanos.
 
6. Daí
6.1. o nome
6.2. dado
6.3. a sua ciência
6.4. de Epistemologia
6.5. Genética,
6.6. que é entendida
6.7. como o estudo
6.8. dos mecanismos
6.9. do aumento
6.10. dos conhecimentos.
 
7. Convém esclarecer
7.1. que
7.2. as teorias de Piaget
7.3. têm comprovação
7.4. em bases
7.5. científicas.
 
8. Ou seja,
8.1. ele
8.2. não somente descreveu
8.3. o processo
8.4. de desenvolvimento
8.5. da inteligência
8.6. mas,
8.7. experimentalmente,
8.8. comprovou
8.9. suas teses.
 
9. Resumir
9.1. a teoria
9.2. de Jean Piaget
9.3. não é uma tarefa
9.4. fácil,
9.5. pois sua obra
9.6. tem mais páginas
9.7. que a Enciclopédia
9.8. Britânica.
 
10. Desde que
10.1. se interessou
10.2. por desvendar
10.3. o desenvolvimento
10.4. da inteligência
10.5. humana,
10.6. Piaget
10.7. trabalhou
10.8. compulsivamente
10.9. em seu objetivo,
10.10. até às vésperas
10.11. de sua morte,
10.12. em 1980,
10.13. aos oitenta
10.14. e quatro
10.15. anos,
10.16. deixando escrito
10.17. aproximadamente
10.18. setenta livros
10.19. e mais
10.20. de quatrocentos
10.21. artigos.
 
11. Repassamos aqui
11.1. algumas
11.2. idéias centrais
11.3. de sua teoria,
11.4. com a colaboração
11.5. do “Glossário de Termos”.
 
12. A inteligência
12.1. para Piaget
12.2. é o mecanismo
12.3. de adaptação
12.4. do organismo
12.5. a uma situação
12.6. nova
12.7. e, como tal,
12.8. implica
12.9. a construção
12.10. contínua
12.11. de novas estruturas.
 
13. Esta adaptação
13.1. refere-se
13.2. ao mundo
13.3. exterior,
13.4. como toda
13.5. adaptação
13.6. biológica.
 
14. Desta forma,
14.1. os indivíduos
14.2. se desenvolvem
14.3. intelectualmente
14.4. a partir
14.5. de exercícios
14.6. e estímulos
14.7. oferecidos
14.8. pelo meio
14.9. que os cercam.
 
15. O que vale
15.1. também dizer
15.2. que a inteligência
15.3. humana
15.4. pode ser exercitada,
15.5. buscando
15.6. um aperfeiçoamento
15.7. de potencialidades,
15.8. que evolui
15.9. "desde o nível
15.10. mais primitivo
15.11. da existência,
15.12. caracterizado
15.13. por trocas
15.14. bioquímicas
15.15. até o nível
15.16. das trocas
15.17. simbólicas"
15.18. (Ramozzi-Chiarottino
15.19. apud Chiabai: 1990: 3).
 
16. Para Piaget
16.1. o comportamento
16.2. dos seres vivos
16.3. não é inato,
16.4. nem resultado
16.5. de condicionamentos.
 
17. Para ele
17.1. o comportamento
17.2. é construído
17.3. numa interação
17.4. entre o meio
17.5. e o indivíduo.
 
18. Esta teoria
18.1. epistemológica
18.2. (epistemo = conhecimento;
18.3. e logia = estudo)
18.4. é caracterizada
18.5. como interacionista.
 
19. A inteligência
19.1. do indivíduo,
19.2. como adaptação
19.3. a situações novas,
19.4. portanto,
19.5. está relacionada
19.6. com a complexidade
19.7. desta interação
19.8. do indivíduo
19.9. com o meio.
 
20. Em outras palavras,
20.1. quanto mais complexa
20.2. for esta interação,
20.3. mais “inteligente”
20.4. será o indivíduo.
 
21. As teorias
21.1. piagetianas
21.2. abrem campo de estudo
21.3. não somente
21.4. para a psicologia
21.5. do desenvolvimento,
21.6. mas também
21.7. para a sociologia
21.8. e para a antropologia,
21.9. além de permitir
21.10. que os pedagogos
21.11. tracem uma metodologia
21.12. baseada
21.13. em suas
21.14. descobertas.
 
22. “Não existe
22.1. estrutura
22.2. sem gênese,
22.3. nem gênese
22.4. sem estrutura”
22.5. (Piaget).
 
23. Ou seja,
23.1. a estrutura
23.2. de maturação
23.3. do indivíduo
23.4. sofre um processo
23.5. genético
23.6. e a gênese
23.7. depende
23.8. de uma estrutura
23.9. de maturação.
 
24. Sua teoria
24.1. nos mostra
24.2. que o indivíduo
24.3. só recebe
24.4. um determinado
24.5. conhecimento
24.6. se estiver
24.7. preparado
24.8. para recebê-lo.
 
25. Ou seja,
25.1. se puder agir
25.2. sobre o objeto
25.3. de conhecimento
25.4. para inserí-lo
25.5. num sistema
25.6. de relações.
 
26. Não existe
26.1. um novo conhecimento
26.2. sem que
26.3. o organismo
26.4. tenha já
26.5. um conhecimento anterior
26.6. para poder
26.7. assimilá-lo
26.8. e transformá-lo.
 
27. O que implica
27.1. os dois pólos
27.2. da atividade
27.3. inteligente:
27.4. assimilação
27.5. e acomodação.
 
28. É assimilação
28.1. na medida
28.2. em que incorpora
28.3. a seus quadros
28.4. todo o dado
28.5. da experiência
28.6. ou ëstruturação
28.7. por incorporação
28.8. da realidade
28.9. exterior
28.10. a formas
28.11. devidas
28.12. à atividade
28.13. do sujeito
28.14. (Piaget, 1982).
 
29. É acomodação
29.1. na medida
29.2. em que
29.3. a estrutura
29.4. se modifica
29.5. em função
29.6. do meio,
29.7. de suas variações.
 
30. A adaptação intelectual
30.1. constitui-se
30.2. então
30.3. em um "equilíbrio
30.4. progressivo
30.5. entre
30.6. um mecanismo assimilador
30.7. e uma acomodação complementar"
30.8. (Piaget, 1982).
 
31. Piaget
31.1. situa,
31.2. segundo Dolle,
31.3. o problema epistemológico,
31.4. o do conhecimento,
31.5. ao nível
31.6. de uma interação
31.7. entre o sujeito
31.8. e o objeto.
 
32. E "essa dialética
32.1. resolve
32.2. todos os conflitos
32.3. nascidos
32.4. das teorias,
32.5. associacionistas,
32.6. empiristas,
32.7. genéticas sem estrutura,
32.8. estruturalistas sem gênese,
32.9. etc. …
32.10. e permite
32.11. seguir fases
32.12. sucessivas
32.13. da construção progressiva
32.14. do conhecimento"
32.15. (1974: 52).
 
33. O desenvolvimento
33.1. do indivíduo
33.2. inicia-se
33.3. no período
33.4. intra-uterino
33.5. e vai até
33.6. aos 15
33.7. ou 16 anos.
 
34. Piaget diz
34.1. que a embriologia humana
34.2. evolui também
34.3. após o nascimento,
34.4. criando estruturas
34.5. cada vez
34.6. mais complexas.
 
35. A construção
35.1. da inteligência
35.2. dá-se portanto
35.3. em etapas sucessivas,
35.4. com complexidades
35.5. crescentes,
35.6. encadeadas
35.7. umas às outras.
 
36. A isto
36.1. Piaget chamou
36.2. de “construtivismo
36.3. sequencial”.
 
37. A seguir
37.1. os períodos
37.2. em que se dá
37.3. este desenvolvimento
37.4. motor,
37.5. verbal
37.6. e mental.
 
38. A. Período Sensório-Motor
38.1. – do nascimento
38.2. aos 2 anos,
38.3. aproximadamente.
 
39. A ausência
39.1. da função
39.2. semiótica
39.3. é a principal
39.4. característica
39.5. deste período.
 
40. A inteligência
40.1. trabalha
40.2. através
40.3. das percepções
40.4. (simbólico)
40.5. e das ações
40.6. (motor)
40.7. através
40.8. dos deslocamentos
40.9. do próprio
40.10. corpo.
 
41. É uma inteligência
41.1. iminentemente
41.2. prática.
 
42. Sua linguagem
42.1. vai da ecolalia
42.2. (repetição de sílabas)
42.3. à palavra-frase
42.4. ("água"
42.5. para dizer
42.6. que quer beber água)
42.7. já que
42.8. não representa
42.9. mentalmente
42.10. o objeto
42.11. e as ações.
 
43. Sua conduta social,
43.1. neste período,
43.2. é de isolamento
43.3. e indiferenciação
43.4. (o mundo é ele).
 
44. B. Período Simbólico
44.1. – dos 2 anos
44.2. aos 4 anos,
44.3. aproximadamente.
 
45. Neste período
45.1. surge a função
45.2. semiótica
45.3. que permite
45.4. o surgimento
45.5. da linguagem,
45.6. do desenho,
45.7. da imitação,
45.8. da dramatização,
45.9. etc..
 
46. Podendo
46.1. criar
46.2. imagens mentais
46.3. na ausência do objeto
46.4. ou da ação
46.5. é o período
46.6. da fantasia,
46.7. do faz de conta,
46.8. do jogo simbólico.
 
47. Com a capacidade
47.1. de formar
47.2. imagens mentais
47.3. pode transformar
47.4. o objeto
47.5. numa satisfação
47.6. de seu prazer
47.7. (uma caixa de fósforo
47.8. em carrinho,
47.9. por exemplo).
 
48. É também
48.1. o período
48.2. em que o indivíduo
48.3. “dá alma”
48.4. (animismo)
48.5. aos objetos
48.6. ("o carro do papai
48.7. foi ‘dormir’
48.8. na garagem").
 
49. A linguagem
49.1. está a nível
49.2. de monólogo coletivo,
49.3. ou seja,
49.4. todos falam
49.5. ao mesmo tempo
49.6. sem que respondam
49.7. as argumentações
49.8. dos outros.
 
50. Duas crianças
50.1. “conversando”
50.2. dizem frases
50.3. que não têm relação
50.4. com a frase
50.5. que o outro
50.6. está dizendo.
 
51. Sua socialização
51.1. é vivida
51.2. de forma isolada,
51.3. mas dentro
51.4. do coletivo.
 
52. Não há liderança
52.1. e os pares
52.2. são constantemente
52.3. trocados.
 
53. Existem
53.1. outras características
53.2. do pensamento simbólico
53.3. que não estão
53.4. sendo mencionadas aqui,
53.5. uma vez que
53.6. a proposta
53.7. é de sintetizar
53.8. as idéias
53.9. de Jean Piaget,
53.10. como por exemplo
53.11. o nominalismo
53.12. (dar nomes às coisas
53.13. das quais
53.14. não sabe
53.15. o nome ainda),
53.16. superdeterminação
53.17. (“teimosia”),
53.18. egocentrismo
53.19. (tudo é “meu”),
53.20. etc.
 
54. C. Período Intuitivo
54.1. – dos 4 anos
54.2. aos 7 anos,
54.3. aproximadamente.
 
55. Neste período
55.1. já existe
55.2. um desejo
55.3. de explicação
55.4. dos fenômenos.
 
56. É a “idade
56.1. dos porquês”,
56.2. pois
56.3. o indíviduo pergunta
56.4. o tempo todo.
 
57. Distingue
57.1. a fantasia
57.2. do real,
57.3. podendo dramatizar
57.4. a fantasia
57.5. sem que acredite
57.6. nela.
 
58. Seu pensamento
58.1. continua centrado
58.2. no seu próprio
58.3. ponto de vista.
 
59. Já é capaz
59.1. de organizar
59.2. coleções
59.3. e conjuntos
59.4. sem no entanto
59.5. incluir
59.6. conjuntos menores
59.7. em conjuntos maiores
59.8. (rosas
59.9. no conjunto
59.10. de flores,
59.11. por exemplo).
 
60. Quanto à linguagem
60.1. não mantém
60.2. uma conversação longa
60.3. mas já é capaz
60.4. de adaptar
60.5. sua resposta
60.6. às palavras
60.7. do companheiro.
 
61. Os Períodos
61.1. Simbólico
61.2. e Intuitivo
61.3. são também
61.4. comumente apresentados
61.5. como Período
61.6. Pré-Operatório.
 
62. D. Período Operatório Concreto
62.1. – dos 7 anos
62.2. aos 11 anos,
62.3. aproximadamente.
 
63. É o período
63.1. em que o indivíduo
63.2. consolida
63.3. as conservações
63.4. de número,
63.5. substância,
63.6. volume
63.7. e peso.
 
64. Já é capaz
64.1. e ordenar
64.2. elementos
64.3. por seu tamanho
64.4. (grandeza),
64.5. incluindo
64.6. conjuntos,
64.7. organizando então
64.8. o mundo
64.9. de forma lógica
64.10. ou operatória.
 
65. Sua organização social
65.1. é a de bando,
65.2. podendo participar
65.3. de grupos maiores,
65.4. chefiando
65.5. e admitindo
65.6. a chefia.
 
66. Já podem
66.1. compreender
66.2. regras,
66.3. sendo fiéis
66.4. a ela,
66.7. e estabelecer
66.8. compromissos.
 
67. A conversação
67.1. torna-se possível
67.2. (já é uma linguagem
67.3. socializada),
67.4. sem que
67.5. no entanto
67.6. possam discutir
67.7. diferentes
67.8. pontos de vista
67.9. para que cheguem
67.10. a uma conclusão
67.11. comum.
 
68. E. Período Operatório Abstrato
68.1. – dos 11 anos em diante.
 
69. É o ápice
69.1. do desenvolvimento
69.2. da inteligência
69.3. e corresponde
69.4. ao nível
69.5. de pensamento
69.6. hipotético-dedutivo
69.7. ou lógico-matemático.
 
70. É quando
70.1. o indivíduo
70.2. está apto
70.3. para calcular
70.4. uma probabilidade,
70.5. libertando-se
70.6. do concreto
70.7. em proveito
70.8. de interesses
70.9. orientados
70.10. para o futuro.
 
71. É,
71.1. finalmente,
71.2. a “abertura
71.3. para todos
71.4. os possíveis”.
 
72. A partir
72.1. desta estrutura
72.2. de pensamento
72.3. é possível
72.4. a dialética,
72.5. que permite
72.6. que a linguagem
72.7. se dê
72.8. a nível de discussão
72.9. para se chegar
72.10. a uma conclusão.
 
73. Sua organização grupal
73.1. pode estabelecer
73.2. relações
73.3. de cooperação
73.4. e reciprocidade.
 
74. A importância
74.1. de se definir
74.2. os períodos
74.3. de desenvolvimento
74.4. da inteligência
74.5. reside no fato
74.6. de que,
74.7. em cada um,
74.8. o indivíduo
74.9. adquire
74.10. novos conhecimentos
74.11. ou estratégias
74.12. de sobrevivência,
74.13. de compreensão
74.14. e interpretação
74.15. da realidade.
 
75. A compreensão
75.1. deste processo
75.2. é fundamental
75.3. para que
75.4. os professores
75.5. possam
75.6. também compreender
75.7. com quem
75.8. estão trabalhando.
 
76. A obra
76.1. de Jean Piaget
76.2. não oferece
76.3. aos educadores
76.4. uma didática
76.5. específica
76.6. sobre
76.7. como desenvolver
76.8. a inteligência
76.9. do aluno
76.10. ou da criança.
 
77. Piaget
77.1. nos mostra
77.2. que cada fase
77.3. de desenvolvimento
77.4. apresenta
77.5. características
77.6. e possibilidades
77.7. de crescimento
77.8. da maturação
77.9. ou
77.10. de aquisições.
 
78. O conhecimento
78.1. destas possibilidades
78.2. faz com que
78.3. os professores
78.4. possam oferecer
78.5. estímulos adequados
78.6. a um maior
78.7. desenvolvimento
78.8. do indivíduo.
 
79. “Aceitar
79.1. o ponto de vista
79.2. de Piaget,
79.3. portanto,
79.4. provocará
79.5. turbulenta revolução
79.6. no processo escolar
79.7. (o professor
79.8. transforma-se
79.9. numa espécia
79.10. de ‘técnico
79.11. do time
79.12. de futebol’,
79.13. perdendo
79.14. seu ar
79.15. de ator
79.16. no palco).
 
80. (…)
80.1. Quem quiser
80.2. segui-lo
80.3. tem de modificar,
80.4. fundamentalmente,
80.5. comportamentos
80.6. consagrados,
80.7. milenarmente
80.8. (aliás,
80.9. é assim
80.10. que age
80.11. a ciência
80.12. e
80.13. a pedagogia começa
80.14. a tornar-se
80.15. uma arte
80.16. apoiada,
80.17. estritamente,
80.18. nas ciências biológicas,
80.19. psicológicas
80.20. e sociológicas).
 
81. Onde houver
81.1. um professor
81.2. ‘ensinando’…
81.3. aí não está
81.4. havendo
81.5. uma escola
81.6. piagetiana!”
81.7. (Lima, 1980: 131).
 
82. O lema
82.1. “o professor
82.2. não ensina,
82.3. ajuda
82.4. o aluno
82.5. a aprender”,
82.6. do Método Psicogenético,
82.7. criado
82.8. por Lauro de Oliveira Lima,
82.9. tem suas bases
82.10. nestas teorias
82.11. epistemológicas
82.12. de Jean Piaget.
 
83. Existem
83.1. outras escolas,
83.2. espalhadas
83.3. pelo Brasil,
83.4. que também
83.5. procuram criar
83.6. metodologias
83.7. específicas
83.8. embasadas
83.9. nas teorias
83.10. de Piaget.
 
84. Estas
84.1. iniciativas
84.2. passam
84.3. tanto
84.4. pelo campo
84.5. do ensino particular
84.6. como
84.7. pelo público.
 
85. Alguns governos
85.1. municipais,
85.2. inclusive,
85.3. já tentam
85.4. adotá-las
85.5. como preceito
85.6. político-legal.
 
86. Todavia,
86.1. ainda
86.2. se desconhece
86.3. as teorias
86.4. de Piaget
86.5. no Brasil.
 
87. Pode-se afirmar
87.1. que ainda
87.2. é limitado
87.3. o número
87.4. daqueles
87.5. que buscam
87.6. conhecer melhor
87.7. a Epistemologia Genética
87.8. e tentam
87.9. aplicá-la
87.10. na sua vida
87.11. profissional,
87.12. na sua prática
87.13. pedagógica.
 
88. Nem mesmo
88.1. as Faculdades
88.2. de Educação,
88.3. de uma forma geral,
88.4. preocupam-se
88.5. em aprofundar
88.6. estudo
88.7. nestas teorias.
 
89. Quando muito
89.1. oferecem
89.2. os períodos
89.3. de desenvolvimento,
89.4. sem permitir
89.5. um maior entendimento
89.6. por parte
89.7. dos alunos.
 
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::: Referências Bibliográficas :::
::::::::::::::::::::::::::::::::::
 
 
90. CHIABAI, Isa Maria.
90.1. A influência do meio rural
90.2. no processo de cognição
90.3. de crianças da pré-escola:
90.4. uma interpretação fundamentada
90.5. na teoria do conhecimento
90.6. de Jean Piaget.
90.7. São Paulo, 1990.
90.8. Tese (Doutorado),
90.9. Instituto de Psicologia,
90.10. USP. 165 p.
 
91. LIMA, Lauro de Oliveira.
91.1. Piaget para principiantes.
91.2. 2. ed. São Paulo: Summus,
91.3. 1980. 284 p.
 
92. PIAGET, Jean.
92.1. O nascimento da inteligência
92.2. na criança.
92.3. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar,
92.4. 1982. 389 p
.
 
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
::: OUTROS SITES SOBRE JEAN PIAGET :::
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
 
93. Adriana Oliveira Lima
93.1. – Fortaleza
 
94. Colégio Oliveira Lima
94.1. – Fortaleza
 
96. Centro Educacional Jean Piaget
96.1. – Escolinha A Chave do Tamanho
96.2. – Rio de Janeiro
 
97. Centro Educacional Jean Piaget
97.1. – São Paulo
 
98. Instituto Tarcísio Bisinotto
98.1. – Belo Horizonte
 
99. Escola do Futuro
99.1. – São Paulo
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