SABER OU FAZER

SABER OU FAZER
by Prof.ElsonPorto
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A questão que se inicia está na dialética da teoria e prática e suas conexões. Pois consideramos o conhecimento um fator importante e indispensável para o fazer mas, questionamos a pragmática.

Como o momento é político (e quando não é?), pensamentos focar nossa reflexão no práxis dos homens públicos e, portanto,  faremos uma leitura e releitura do modus operandi político.

Queremos deixar claro nosso instante para que seja localizado o ponto de vista. Para tanto, salientamos que falamos da base da pirâmide.

Percebemos por leituras e analises de toda ordem que, o saber não é fazer. Este fato é real, apesar de ser ocultado.

Mas alguém poderia contrapor dizendo que a fala é óbvia e assim concordamos também. Mas tem muito mais pois do contrário seria fácil de detectar.

O político é “adestrado” nas respostas por advogados e conselheiros e sua fala deve agradar a todos pois o objetivo é o voto. Nesse intento vem as promessas de campanha.

Estamos em junho de 2015 e a candidata a reeleição Dilma Rousseff em 2014 fez promessas do que não faria e já ao tomar posse fez o contrário. Essa atitude antiética lhe rendeu a alcunha de mentirosa e o dia 1º de abril ficou conhecido como o dia da Dilma (mentira).

Evidente que a presidenta Dilma não tem muito saber pois isso é notório e contrapõe a FHC. Dilma simplesmente não faz e quando faz o PT está lá com corrupção.

Assim sendo, em Dilma o saber é pouco visto e é notável os maus feitos (trem bala, ex.). E a oratória de Dilma é pela leitura e algumas frases feitas repetitivas nos improvisos.

Quando olhamos a oratória de um bom advogado percebemos a linha de raciocínio e o jogo de xadrez do saber. E o advogado prova e reprova de acordo com sua vontade.

Queremos salientar a importância de se observar as frases feitas que são, frases de efeito. Com essas frases de efeito o político se esquiva ou ataca o seu oponente.

Queremos criticar o uso da forma em detrimento do conteúdo pois, muitos têm o domínio da forma sem conteúdo. Isto não é bom.

No foco aqui é a ética e não a presunção de convencer por convencer pelo saber formal. Daí o saber não é fazer.

Visando perverter a ordem da justiça, muitas leis injustas têm sido criadas para a famosa “brecha” na lei. Assim, muitos escapam da malha da lei.

Este texto está ficando longo e, portanto, quero concluir dizendo que o homem do bem e necessário na política. Pois o fazer a verdade e a justiça e muito melhor que ouvir blábláblá.

Jesus bless you.

Prof.ElsonPorto
elsonporto@hotmail.com

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